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A ativista bolsonarista de extrema direita Sara Winter foi presa na manhã desta segunda-feira (15) pela Polícia Federal (PF), em Brasília. Outras cinco pessoas, cujos nomes ainda não foram divulgados, também foram detidas na ação.

A decisão é do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito de um inquérito que apura manifestações antidemocráticas. A investigação foi aberta a partir de pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, em razão de protestos contra o Congresso e o próprio STF em 19 de abril. 

Sara já havia sido alvo de um mandado de busca e apreensão, em 27 de maio, em outro inquérito: o que apura a disseminação de fake news e ataques virtuais contra ministros do Supremo. 

Logo depois, ela ameaçou o ministro Moraes em um vídeo postado nas redes sociais, dizendo que trocaria socos com ele. “Pena que ele mora em São Paulo. Porque, se ele morasse aqui (em Brasília), eu já estava na frente da casa dele convidando para trocar soco comigo. Juro por Deus. Essa é a minha vontade. Queria trocar soco com esse [***], esse arrombado. Infelizmente, não posso”, disse.

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Sara é uma das líderes de um movimento armado autodenominado 300, formado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que tem acampado na Praça dos Três Poderes, na capital federal, e mobilizado uma série de protestos contra a democracia. O grupo é considerado uma milícia pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Edição: Leandro Melito

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