Publicidade

Parceria entre a Fundação Cultural “Alfredo Ferreira Lage” (Funalfa) e o “Salto Coletivo”, que reúne artistas e agentes culturais de Juiz de Fora, transformou o Teatro “Paschoal Carlos Magno” (Rua Gilberto de Alencar, 888 – Centro) e a Praça do Centro de Artes e Esportes Unificados “Coronel Adelmir Romualdo de Oliveira” (Praça CEU, na Avenida Juscelino Kubitschek 5.899 – Bairro Benfica) em pontos para coleta de donativos. A ideia é recolher materiais de higiene pessoal e alimentos não perecíveis para doação a pessoas em situação de vulnerabilidade, durante a pandemia de covid-19.

A campanha, iniciada nesta quarta-feira, 10, terá duração de um mês, e funciona no sistema drive-thru. As pessoas podem entregar os donativos sem sair do carro, seguindo o protocolo de combate à transmissão do coronavírus. Os dois postos de coleta vão funcionar de segunda a sexta-feira, das 10 às 16 horas, e aos sábados e domingos, das 11 às 15 horas.

Podem ser doados:

– Alimentos: arroz, feijão, fubá, óleo, café, açúcar, macarrão e leite em pó;
– Higiene: sabonete, xampu, desodorante, álcool em gel, absorvente, pasta de dente e escova de dente.

Publicidade

Conforme o ator Lucas Nunes, um dos coordenadores da campanha, o “Coletivo Salto” nasceu com proposta de oferecer apoio aos artistas locais, duramente penalizados com o fechamento de espaços e escolas de cultura e o cancelamento de espetáculos e eventos em todos os segmentos artísticos: “Tivemos adesão grande no nosso manifesto, e, desde o princípio, apesar de o foco ser voltado para a classe artística, o coletivo busca contribuir de alguma maneira para a população de Juiz de Fora como um todo. Portanto, estamos fechando parcerias com diversas instituições assistenciais da cidade, na busca de fazer chegar ajuda que consiga garantir condições mínimas de alimentação e higiene às pessoas mais impactadas pela crise decorrente da pandemia”.

Para o gerente de Espaços da Funalfa, Luiz Fernando Priamo, campanhas como essa são fundamentais: “A ação não trata só da solidariedade, mas da possibilidade de se sentir parte do todo, enquanto humanidade. Representamos uma instituição, porém, mais que isso, somos pessoas. Pessoas que estão vivendo momento difícil, como todos, e que não colocam o medo na frente do amor ao próximo”.

O coletivo

O “Salto Coletivo” nasceu da iniciativa de artistas e agentes culturais de Juiz de Fora, que, diante da pandemia, perceberam a necessidade de levantar pautas importantes direcionadas a trabalhadoras e trabalhadores da cultura da cidade, e que também envolvessem comunidades em situação de vulnerabilidade.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui